Copa do Mundo é assunto no Programa Debate da CRN

O programa Debate desta quinta-feira, dia 28, continua falando da Copa do Mundo de 2018. A apresentação é do jornalista Mané Roberto e do colaborador Eduardo Cintra.
O garotinho Gabriel Ramalho de Carvalho Luz, 10 anos, é um prodígio quando se trata de futebol, ele que sabe tudo de Copa do Mundo também confirmou presença neste programa, junto com sua mãe Mariuza Ramalho de Carvalho Luz. E direto da Rússia, Gilmar Kozlowski, colaborador da CRN, trará todas as informações dos jogos realizados no dia.
Não perca, o Programa Debate. As perguntas podem ser enviadas pelo e-mail crnitatiba@terra.com.br ou por telefone (11) 4524-0003 e 4524-1594 no horário do programa.
Debate nesta quinta-feira, das 16h às 17h30. Acompanhe este programa pelos 1.420 KHz-AM, através do site: www.crnitatiba.com.br e pelo aplicativo app (CRN- Central de Rádio e Notícias).

Início da Copa do Mundo

A Copa do Mundo na Rússia 2018 foi tema do Programa Debate do dia 21, com as presenças de Luiz Henrique Ramos (comentarista esportivo da CRN), Wanderley Ubinha (colaborador esportivo da CRN) e de Evandro Baladi (ex-atleta profissional e empresário).
Luiz Henrique apresentou alguns dados interessantes sobre a Copa do Mundo na Rússia. “Essa Copa de 2018 é muito diferente da que tivemos no Brasil em 2014. Nesta Copa temos seleções com jogadores mais velhos, como é o caso de Costa Rica, Argentina e México e aquelas com atletas mais novos, como Nigéria, França e a Inglaterra. A altura média dos jogadores da Argentina é de 1,78 metros (time com menor estatura) e a Islândia, o segundo mais alto com 1,85 metros, as defesas tem em média 1,83 metros, os ataques 1,81 metros e os goleiros 1,88 metros, meio-campistas 1,79. Percebe-se que o futebol hoje é muito mais força física. É muito raro ter um goleiro abaixo de 1,90 metros. A França tem o elenco mais valioso, depois vem na sequência Espanha e Brasil. O que chama a atenção também é que dois por cento dos jogadores da Copa estão no Manchester City e todos os jogadores da Inglaterra, jogam pelo próprio País, o que é uma raridade”, observa Luiz Henrique.

“A Itália e a Holanda estão fazendo muita falta nessa Copa”, observa Evandro Baladi. “Os italianos têm um futebol mais pesado, de marcação e a Holanda tem um futebol mais alegre. Estados Unidos é o que está fazendo menos falta”, completou Wanderley Ubinha.


Informação: Redação Rádio CRN

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