Doutora dá dicas sobre aleitamento materno

Nos primeiros meses de vida, a mãe se preocupa em garantir a melhor alimentação que uma criança pode ter. Boas mamadas, em intervalos de tempos programados, garantem a sensação de que ela está sendo bem alimentada.

Mas, na medida em que o bebê vai crescendo, surge o medo de que o leite materno não seja o suficiente para garantir o seu sustento por completo. A falta de informações sobre a importância do aleitamento materno é uma realidade comum em hospitais públicos e particulares. 

“A amamentação deve ocorrer assim que a criança sair da cesariana, sendo o ideal para a criança ganhar a flora intestinal para proteção. Para isso, o correto é instruir as mamães como amamentar e deixar claro, que a amamentação é livre demanda não existe horário. Outro conselho importante as mamães é utilizar uma mama até esvaziar, antes de trocá-la”, comentou a médica e pediatra, Claudia Lobo Cesar.

Atualmente, apenas 38% das crianças no mundo se alimentam exclusivamente de leite materno nos seis primeiros meses de vida, de acordo com dados da OMS (Organização Mundial da Saúde). A intenção é que até 2025 esse número chegue a, pelo menos, 50%.

Desta forma, a Dra. Claudia explicou os benefícios da amamentação, tirou duvidas e deu alguns conselhos para as mães. “O leite materno é o alimento mais apropriado para a criança em termos nutritivos, sendo recomendado até os seis meses de vida. Sem contar, que a amamentação gera um vinculo de afeto e interação entre a mãe e o filho”, finalizou. 

Assim, o aleitamento proporciona desenvolvimento maior mental, cognitivo, emocional e evita infecções respiratórias e digestivas.   

Fonte: Redação CRN

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