Rota das Bandeiras registra, em 2018, ano com o menor número de acidentes na história do Corredor Dom Pedro

Prestes a completar dez anos de história, a Concessionária Rota das Bandeiras registrou em 2018 o menor número de acidentes nas rodovias do Corredor Dom Pedro desde o início da concessão, em 2009. Também houve redução do número de feridos e vítimas fatais no mesmo período.

De acordo com estudo recém-concluído pela Concessionária, foram registrados 1.587 acidentes em 2018, redução de 48,9% no comparativo com o início da concessão. Em 2010, primeiro ano completo sob administração da Rota das Bandeiras, o Corredor Dom Pedro teve 3.107 acidentes. Ainda em comparação a 2017, quando foram registrados 1.792 acidentes, 2018 apresentou queda de 11,4% no número de ocorrências.

Vale lembrar que o Corredor Dom Pedro conta com 297 km de extensão na ligação entre a Região Metropolitana de Campinas (RMC) e o Vale do Paraíba, e é formado pelas rodovias D. Pedro I (SP-065) e José Roberto Magalhães Teixeira (SP-083), além de trechos das rodovias Prof. Zeferino Vaz (SP-332), entre Campinas e Mogi Guaçu; Eng. Constâncio Cintra (SP-360), entre Itatiba e Jundiaí; e Romildo Prado (SP-063), entre Itatiba e Louveira.

Outro importante indicador que apontou diminuição em 2018 foi o número de vítimas fatais, que passou de 54, em 2017, para 52, no ano passado. A redução, neste caso, representa 3,7%. “A segurança sempre foi a principal preocupação da Concessionária. Todos os nossos esforços buscam a preservação de vidas, com redução do número de acidentes e, consequentemente, de vítimas envolvidas”, analisa o diretor de Operações da Rota das Bandeiras, Douglas Longhi.

O número de feridos foi outro indicador com queda significativa em 2018. Em 2017, foram 845 pessoas feridas em acidentes. No ano passado, esse número passou para 749, redução de 11,4%. Se forem considerados os dados do início da concessão, a redução chega a 25,3%, já que em 2010, 1.003 pessoas ficaram feridas.

Desde 2009, a Rota das Bandeiras já investiu R$ 2,3 bilhões em obras de modernização e conservação do sistema viário, o que contribuiu de forma decisiva para obtenção dessa melhora nas estatísticas.

Entre as principais medidas para a segurança do usuário está o investimento na ampliação e modernização das rodovias, com importantes obras, como a duplicação da rodovia Eng. Constâncio Cintra, entre Jundiaí e Itatiba; e a implantação das novas vias marginais da rodovia D. Pedro I, em Campinas, que contribui para separar o tráfego rodoviário do tráfego urbano.

Mas não foram somente as obras que contribuíram para a queda dos indicadores de acidentes. O investimento contínuo em sinalização e dispositivos atenuadores de impacto contribui para ampliar a segurança viária. A disponibilidade do Atendimento Pré-Hospitalar (APH), antes inexistente nas cinco rodovias, também é fundamental para a preservação da vida humana, principalmente nos casos de acidentes graves. Atualmente, a Rota das Bandeiras conta com sete ambulância, inclusive uma UTI, para o socorro dos motoristas.

“Todos os usuários têm direito a esse atendimento enquanto circulam pelo Corredor Dom Pedro. Contamos com uma equipe muito preparada, que passa por qualificação contínua para oferecer o melhor atendimento possível ao nosso usuário. A gente sempre espera que o acidente não aconteça, mas, se ele for registrado, o usuário pode ter a convicção que temos uma equipe preparada para oferecer o melhor atendimento”, ressalta o diretor de Operações da Concessionária. O telefone da Concessionária para o atendimento dos usuários é o 0800-770-8070. O serviço funciona 24 horas e é gratuito.

Falha humana


Uma outra importante constatação surge no estudo promovido pela Rota das Bandeiras. Dos 1.587 acidentes registrados pela Concessionária em 2018, 96% foram causados por falha humana.

“Atos simples, como verificar o celular ou ingerir álcool quando está ao volante, aumentam substancialmente o risco de acidentes. São práticas que devem ser eliminadas, não basta apenas reduzi-las”, acredita Longhi.

Além disso, cuidados básicos, como respeitar a sinalização viária e os limites de velocidade, também são importantes na rodovia. “Vale lembrar que a segurança é uma responsabilidade coletiva, que envolve os serviços da Concessionária e a conscientização dos motoristas”, conclui o diretor da Rota das Bandeiras.

Informação e foto: Assessoria de Imprensa da Concessionária Rota das Bandeiras